Ovos de Páscoa: bom para o comércio, ruim para o seu bolso

Tempo de leitura: 8 minutos

Todo ano fico me perguntando se a minha maneira de pensar acaba me afastando das pessoas.

É complicado focar em escolhas financeiras inteligentes e num estilo de vida de construção de riqueza quando se vive num mundo cada vez mais consumista e ligado a ostentação sem limites.

A pressão para pensar como a manada é diária e vem de todos os lados, propagandas na TV, revistas, conversas com amigos, críticas e ofensas de conhecidos (pão duro, mão de vaca, tio patinhas e outros apelidos carinhosos). A sensação que experimento é de estar, sozinho, nadando contra a maré.

E em certas épocas do ano parece que essa maré fica ainda mais forte, a ponto de quase me carregar. A Páscoa, data que serviria para comemorar a ressurreição de Cristo, é um destes momentos.

A origem dos Ovos de Páscoa

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Pensou que os ovos de Páscoa surgiram assim? Errou feio.

Já parou para pensar em como uma data religiosa virou motivo para pagarmos até 500% mais caro em chocolates com formato oval? E porque o coelho, mamífero que não coloca ovos, é o encarregado de entregá-los?

Como curioso, e interessado pela origem das tradições consumistas sem sentido, pesquisei e descobri que o início dos ovos de Páscoa remonta a épocas muita antigas, anteriores ao próprio nascimento de Cristo.

As culturas gregas e egípcias, por exemplo, já tinham datas comemorativas onde ovos de galinha eram decorados por fora e dados de presente como símbolo de fertilidade e nascimento da vida. Uma das datas de destaque era o equinócio da primavera no hemisfério norte (dia 21 de março).

Com o surgimento do cristianismo, essas tradições pagãs acabaram sendo incorporadas a comemoração da Páscoa. A absorção de tradições de outras religiões era comum e facilitava a conversão dos fiéis.

O coelho foi introduzido no meio disso tudo pelos alemães, também como símbolo de fertilidade e vida, já que sua capacidade de reprodução é admirável (que o diga a galinha da foto acima).

O salto dos ovos de galinha para os de chocolate foi dado pelos confeiteiros franceses de Luís XIV, que costumavam esvaziar os ovos de galinha, retirando a clara e a gema, para preenche-los com chocolate no lugar.

Com a evolução da tecnologia após a revolução industrial, os ovos de Páscoa passaram a ser feitos apenas com chocolate. Desde então a data tem ganhado espaço devido ao caráter comercial.

Os lucros oriundos das vendas de Páscoa são tão grandes que algumas empresas de chocolate conseguem pagar as despesas de todo ano apenas com os ganhos dessa festividade.

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3 motivos para não comprar Ovos de Páscoa

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Chegamos ao objetivo deste artigo!

Espero te convencer da completa falta de sentido que existe no ato de comprar ovos de Páscoa e do porquê não vale a pena continuar com essa tradição sem sentido.

1# Custa muitas vezes mais que o chocolate em barra só porque vem em forma de ovo

Em qualquer lugar do mundo onde as pessoas têm a chance de comprar o mesmo produto por um preço muito menor, elas o fazem sem pensar. Porém, algum tipo de insanidade temporária parece afetar a população brasileira na Páscoa.

Atualmente é possível adquirir uma barra de chocolate, de 150 ou 160 gramas, da marca Lacta por R$ 5 nas Lojas Americanas, 2 barras por R$ 10 e em promoções é possível levar 3 barras por R$ 12, totalizando 450 (ou até 480) gramas de chocolate por 12 reais. Entre as opções temos Diamante Negro, Shot, Laka e outros chocolates consagrados.

Você pode, ainda, optar por comprar uma embalagem de presente para tornar as barras mais aceitáveis à sociedade consumista. Embalagens de presente custam de 3 a 6 reais, os quais somados ao valor das barras ainda assim o farão economizar muito.

Isso porque um ovo de Páscoa, feito do mesmíssimo chocolate das barras e pesando os mesmos 450 gramas, sai por R$ 55, cerca de 4,6 vezes mais caro que o valor do chocolate em barra (sem a embalagem para presente).

2# A Páscoa é uma festa originalmente religiosa

Como citei no início do artigo, a Páscoa é uma data religiosa, onde se celebra a ressurreição de Cristo.

Logo, se você é cristão é melhor se ater ao significado religioso da data, que nada tem a ver com comprar chocolates por preços exorbitantes e mentir para seus filhos falando que um coelho mágico foi quem deixou os mesmos em casa.

Se você não é cristão, então este é só mais um dia qualquer no qual você também não precisa se preocupar com ovos feitos de chocolate.

Repare que não sou contra a troca de chocolates, mas sim contra os gastos excessivos e escolhas imprudentes que podem causar impactos nos outros meses do ano.

3# Não é bom para o seu bolso reforçar qualquer tipo de tradição que obriga as pessoas a comprarem coisas

Não tenho argumentos negativos sobre o ato de presentear familiares e pessoas das quais gostamos de livre e espontânea vontade, mas sou totalmente contra as pressões sociais que obrigam as pessoas a darem presentes umas as outras, mesmo em ocasiões em que as mesmas não têm condições financeiras para isso.

Este tipo de tradição sem sentido, presente sobretudo na Páscoa e no Natal, acaba dando significado puramente comercial as datas.

Creio que o mais importante em dias festivos como esses é a reunião familiar em si, o restante é dispensável.

E as crianças? Não devo dar ovos de Páscoa para elas?

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Minha opinião, que tenho certeza que é diferente da opinião de 95% dos brasileiros, é que não é preciso dar ovos de Páscoa as crianças e inventar histórias sobre um coelho mágico que entrega os ovos.

Eu ainda não sou pai, mas tenho dois irmãos 18 anos mais novos que eu e opto apenas por dar uma barra de chocolate aos mesmos, sem citar nada sobre coelho da Páscoa, Papai Noel e outros seres inexistentes. Com meus filhos farei a mesma coisa.

Primeiro porque crianças não devem ser acostumadas a consumir muito açúcar (minha esposa fala muito sobre isso no Você Mais Fitness) e segundo porque acho que as crianças têm de saber desde cedo que cada presente custa dinheiro, e que dinheiro é fruto de trabalho.

Quando antes aprenderem isso, melhor. Reforçar a crença de que as coisas são dadas não é salutar.

O próprio idioma português já nos atrapalha na hora de passar essa lição. Usamos a expressão “ganhar dinheiro”, como se fosse possível recebê-lo do nada. Em contrapartida, os países de idioma inglês usam a expressão “make money” (fazer dinheiro), que deixa mais clara a ideia de que é preciso trabalhar para ter dinheiro.

Conclusão

Como citei na introdução deste artigo, estou nadando contra a maré.

Tenho plena consciência que a opinião da maioria das pessoas é contrária a minha.

Reforço novamente que não sou contra a troca de presentes em qualquer data (já até comprei o chocolate da Páscoa, em barra, logicamente).

Em todo caso, esse artigo mostra um pouco da minha forma de pensar. O raciocínio aplicado aqui é o mesmo aplicado a todas as decisões financeiras que todo em minha vida. E estou bem contente com os resultados advindos dessas decisões.

Da mesma maneira, acredito que a pessoa que é levada pela massa a comprar o que a tradição manda é a mesma que compra o que não precisa para impressionar os outros, que troca de carro porque lançaram um modelo novo, que faz dívidas porque todo mundo faz, que investe nos títulos de capitalização porque o gerente manda e que, por fim, vai se aposentar e passar dificuldades como 99% dos idosos brasileiros (dados do IBGE na figura abaixo).

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Para finalizar este artigo deixo a frase abaixo, do escritor americano Claude C. McDonald, para reflexão:

Algumas vezes uma maioria simplesmente significa que todos os tolos estão do mesmo lado.”

Fico grato caso possa deixar um comentário abaixo manifestando sua opinião sobre o assunto.

Obrigado!

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  • Boa tarde, Idaynara.

    Muito obrigado pelo elogio ao artigo! É bom saber que não estou sozinho!
    Francamente, o chocolate em formato oval só serve para deixar as empresas de chocolate felizes (com 500% a mais de lucro no bolso quem não ficaria, não é?).

    Suas amigas, infelizmente, sofreram a lavagem cerebral da indústria e não adianta discutir com elas, como dizem os chineses “é impossível encher um copo que já está cheio”.
    Você foi salva desse mesmo destino pelos seus pais e agora está fazendo o mesmo, criando seu filho e lhe passando desde cedo as bases da consciência financeira. Meus parabéns!

    Abraço e continue acompanhando o Você MAIS Rico!

  • Idaynara

    Olá Bruno!

    Concordo plenamente com o seu ponto de vista.
    Tenho um filho de dois anos e oito meses e não comprei ovos de páscoa para ele, da mesma forma que meus pais fizeram comigo, eu e minha irmã sempre ganhamos caixa de bombom, Barra de chocolate, mas o ovo em si não era obrigatório. Ao contar isso fui praticamente chamada de bruxa por minhas colegas de trabalho, pois na visão delas meu filho ficará triste.
    Sigo esse mesmo pensamento da Barra de chocolate. E meu filho não será uma criança frustrada por não ter ganhado um ovo de chocolate.

    Ótimo artigo!

  • Assino embaixo de suas palavras, José.
    Esse ano está um absurdo mesmo. Um verdadeiro exagero na precificação!

    Abraço e obrigado pelo comentário!

  • José

    Boa tarde, Bruno. Sim, minha opinião sobre esse assunto baseia-se quase que 100% na palavra “equilíbrio”. Esse tipo de comércio é bom para fortalecer a economia? Sim, desde que com equilíbrio.

    Porém, se temos que ter equilíbrio e moderação ao fazer compras, francamente, o comércio deveria seguir a mesma lógica ao precificar seus produtos. Ovo de Páscoa sempre foi mais caro que o mesmo peso em chocolate com outro formato, porque o formato oval tem um significado simbólico e isso é agregação de valor, ok. Mas neste ano fui verificar os preços depois dessa nossa conversa, e me assustei, a agregação de valor está exagerada, um desequilíbrio!

    Sobre essa questão de que o comércio com equilíbrio é bom para a economia nacional, considere por exemplo a distorção da propaganda que uma certa empresa financeira tem veiculado ultimamente na TV, onde diz basicamente isso: oferecemos crédito, para você limpar seu nome, pagar suas dívidas e voltar a comprar, ajudando a economia nacional! Não, esse tipo de consumo, baseado em re-endividamento de alguém que mal acabou de sair da dívida, isso é um desequilíbrio absurdo. Comércio ajuda sim a fortalecer a economia, mas não desse jeito, não a qualquer preço. Esse raciocínio vale para qualquer tipo de consumo, qualquer que seja o valor do produto, inclusive o caso do ovo de Páscoa, que une dois valores: um de chocolate, e outro simbólico.

    Só uma observação sobre essa brincadeira do “pão duro”: existe o pão duro no bom sentido, que é um jeito descontraído de falar que alguém é frugal. Já o pão duro no mau sentido corresponde à avareza. E levar esse tipo de adjetivo de modo descontraído, como na frase de que você gostou, procurando praticar o bom sentido, ajuda a não se estressar com opiniões alheias contrárias, nem muito menos tomar decisões com base em tais opiniões, preocupado com o que os outros vão pensar.

    Frugalidade e avareza são coisas completamente diferentes: o contrário de avareza é generosidade; enquanto o contrário de frugalidade é luxo e desperdício.

  • Boa noite, José.

    Gostei da frase “Não posso comer pão velho quando ele fica duro, pois seria canibalismo”. Muito boa! Vou usar no futuro!

    Sobre o comentário em si, concordo com você em vários pontos. Você usa de diversos argumentos interessantes para defender a ideia do equilíbrio e fala, de maneira acertada, que a troca de presentes ajuda a fortalecer a economia, sobretudo no momento de crise. Tudo certíssimo e assino embaixo.

    O que simplesmente me levou a escrever o artigo é o fato de que dar esse tipo de presente se tornou obrigatório e que os preços do chocolate em ovo, adequado para manter o simbolismo da data, são um absurdo quando comparados ao em barra… e o motivo para isso é que é mais caro apenas porque estamos dispostos e acostumados a pagar mais caro.

    Como disse no artigo, não tenho objeções sobre a troca de presentes de maneira espontânea, mas sou totalmente contra tradições que nos obrigam a fazer isso, mesmo em situações em que não podemos.

    Finalizando, você fez uma pergunta analisando se não seria a mesma coisa caso todos da família comprassem um ovo para si ao invés de presentear os outros. A resposta é que não, o número de vendas seria bem menor, porque ao invés de comprar 5 ovos (para presentear toda uma família) compraríamos apenas um (para nós mesmo).

    E não peça desculpas pelo comentário. Ter um leitor participativo como você é um privilégio!
    Grande abraço!

  • É isso mesmo, Patricia.

    Mantenha essa mentalidade porque você terá muito mais a ganhar!

    Abraço e continue acompanhando o Você MAIS Rico!

  • José

    Seu artigo é interessante para reflexão. Como católico convicto que sou, gostaria de trocar uma ideia sobre alguns pontos onde você baseia suas considerações no fato da data ser religiosa.

    Primeiro, se os cristãos conseguiram assimilar e dar sentido cristão a algumas solenidades originárias de outros povos (isso se chama inculturação), os outros também podem assimilar valores cristãos. Daí encontrarmos tão frequentemente pessoas de outros credos, ou mesmo sem fé, que gostam das festas cristãs, principalmente Natal e Páscoa, onde veem ocasiões de saudáveis reuniões com suas respectivas famílias, além de aproveitarem boas ideias, por exemplo o tal “espírito natalino”. Se tantos monoteístas praticam artes marciais (originárias das culturas panteístas), assimilando o que têm de bom, similarmente os não cristãos podem assimilar coisas boas do Cristianismo, conscientemente ou não. Quer um exemplo de assimilação inconsciente? Se você se referir a uma data qualquer, as pessoas intuem, sem necessidade de explicar, que se trata do Calendário Gregoriano, e que o ano é contado a partir do nascimento de Cristo segundo a estimativa de Dionísio Exíguo. A ausência da necessidade de tais explicações é contribuição do Cristianismo que as pessoas assimilaram inconscientemente, tornando tácitos esses pressupostos, sem os quais uma simples data não faria sentido! Contribuições ainda maiores são valores que o senso comum utiliza para distinguir o certo do errado, na cultura ocidental mesmo os não cristãos fazem essa distinção muitas vezes baseados com conceitos originários do Cristianismo, e já tão arraigados que parecem tácitos.

    Outro ponto, como você alerta no motivo n. 2: é importante, agora particularmente aos cristãos, não distorcer o sentido original das solenidades. Inculturação é saudável na medida em que não leva a distorções desse tipo. Então, nas famílias cristãs não pode, por exemplo, o Natal ser mais focado no Papai Noel do que em Jesus, nem a Páscoa mais focada em coelhinho do que nEle. Quanto ao Natal, é mais tranquilo do que parece, não precisa nem eliminar a figura do Papai Noel, é só deixar claro que a lenda dele é inspirada em São Nicolau, Bispo participante do Concílio de Nicéia, portanto uma pessoa importante por meio de quem o Divino Espírito Santo ajudou muito a Igreja até mesmo em nossas crenças sobre a pessoa de Jesus Cristo! É absurda, portanto, toda e qualquer rivalidade entre o “verdadeiro Papai Noel” e Jesus Cristo! Não que as pessoas, principalmente crianças, não possam se divertir com as fábulas, é possível essa descontração sem deixar de lado a realidade. Quanto as crianças entendem da ligação do verdadeiro São Nicolau com o fictício Papai Noel? Não importa a profundidade desse entendimento, ele vai crescer com a idade, assim como cresce o entendimento em todos os outros assuntos, religiosos ou não.

    Agora, quanto aos ovos, cabem várias reflexões. Primeiro, seria bom não expandir muito o grupo das pessoas a serem presenteadas. A decisão de comprar ovos ou chocolate em outro formato pode levar em conta a condição financeira atual de cada família. Particularmente, acho legal dar um ovo, não muito grande, para cada membro da família, porque o formato oval é pelo sentido simbólico, se for para se entupir de chocolate, então o formato perde o sentido. O próprio fato de trocar presentes é pelo sentido simbólico: eu gasto para comprar os presentes que dou aos outros, que também gastam para comprar os presentes que me dão. Não fosse pelo sentido simbólico, economicamente não daria na mesma cada um comprar pra si?

    Mas é só uma opinião pessoal, evidentemente cada um deve seguir a sua nesse sentido. A introdução do seu artigo faz muito sentido, não só para essa questão em particular, mas para inúmeras onde as influências interpessoais interferem excessivamente nas decisões financeiras, levando a um acúmulo de erros potencialmente problemático. Eu mesmo costumo brincar dizendo que não posso comer pão velho quando ele fica duro, pois seria canibalismo, mas enquanto é só diversão, levamos de boa, o problema é tomar decisões com impacto significativo baseado em conversas e opiniões alheias.

    Finalmente, sobre a questão do consumismo, desde que se façam as compras com a devida moderação (boa em tudo, para os católicos é sempre bom lembrar das virtudes cardeais temperança, prudência, justiça e
    fortaleza, todas ajudam a construir uma saudável moderação), não é 100% ruim, tem seu lado bom como mostrado pelo Daniel Guedes, e essa agregação de valor a sustentar um empreendimento é particularmente saudável à economia nacional em momentos como o atual, de crise. Há um ponto de equilíbrio interessante onde se agrega valor, favorecendo o empreendedorismo, mas sem chegar às mazelas que naturalmente decorrem da falta de moderação. Talvez fosse interessante buscar esse ponto de equilíbrio, não acha?

    Desculpe pela longa extensão do comentário!

  • Patricia Machado

    Ótimo artigo, Bruno!

    Ficar seguindo os devaneios da sociedade consumista é futuro pobre na certa.
    Vou ficar só nas barras de chocolate mesmo (nessa promoção que você citou!)

    Abraço.

  • Boa noite, Daniel.

    Seu comentário me lembrou sobre uma frase que li há algum tempo num livro que tratava sobre bolsa:

    “Você não deve participar da insanidade, mas sim lucrar com ela”.

    É justamente o que você faz… é brilhante!

    Abraço e ótimas vendas!

  • Grande, Rafael!

    Sábias palavras… fico feliz de saber que a insanidade temporária que pega os brasileiros de jeito na Páscoa não te procura a todo este tempo.
    Parabéns!

    Abraço e obrigado por compartilhar sua opinião!

  • Daniel Guedes

    Realmente a Pascoa é um absurdo de preços caros, por isso entro na onda e faço ovos caseiros para vender (Make Money) e ainda consigo presentear toda a familia sem gastar um centavo. No final todo mundo fica feliz !!!

  • Rafa Accioly

    Fala, Bruno!
    Fique tranquilo porque você não está sozinho. Comecei a pensar dessa forma há uns 6, 7 anos e não me arrependo. A manada se recusa a pensar no óbvio. No fim da vida, não sabem o porquê de não terem dinheiro pra nada.
    Abs.

  • Boa noite, Caio.

    Obrigado por mais este elogio.
    Queria ter mais 1000 leitores como você!

    Também me deparei com esse Ovo outro dia, deve ser composto por chocolate feito com leite de Panda ou algum outro animal em extinção… é a única explicação plausível para um ovo de Páscoa custar tão caro.

    Abraço e continue acompanhando o Você MAIS Rico!

  • Boa noite, Renan.

    É muito bom saber que não estou nadando sozinho contra essa maré.
    Muito obrigado pelo elogio!

    Abraço e continue acompanhando o Você MAIS Rico!

  • Renan

    Realmente é um absurdo.
    Isso vale para outras datas comemorativas onde a pressão social é muito grande para quem não tem um pensamento próprio.

    Mais um artigo excelente!
    Abraço!

  • Caio F

    Concordo com tudo que você falou Bruno.

    Ovos de páscoa são um absurdo! Caros demais. Outro dia vi um ovo da lindt de pouc mais de 100 gramas… queriam cobrar 160 reais nele! Chocolate a preço de ouro!

    parabéns por mais este artigo, sou seu fã!
    Abraço!